Esgota, ou seu XCP volta.
Um jeito novo de lançar uma moeda no Counterparty — todo lançamento idêntico, garantido por consenso.
O padrão XCP-69
garantido por consenso, não por este site- Esgota, ou reembolso total
- Liquidez travada para sempre
- Sem taxa de plataforma nem de criador
- 69+ endereços para esgotar
- Anunciado antes de o mint abrir
- Abre a 2.23× o preço de mint
Sinta o mecanismo
O padrão inteiro, na prática — começando, como todo lançamento, pelo mint.
1 · O lançamento é binário
⏳ Agendado — anunciado on-chain, nada mintado ainda.
como funciona
A linha de venda fica em 69M dos 100M de fornecimento; os outros 31M são reservados para o pool e só existem se a linha for cruzada — 69 + 31 = 100, travado, sem nenhum outro lugar onde o fornecimento possa estar. Abaixo da linha, cada satoshi em custódia é reembolsado no prazo final: não existe lançamento parcial para ficar segurando. O limite de 10 XCP por endereço faz com que cruzar a linha exija pelo menos 69 endereços distintos — mais, se as pessoas mintarem abaixo do limite. Um piso para a multidão, não uma contagem.
FAQ
As perguntas honestas — inclusive as que não nos favorecem.
O que eu perco de verdade se um lançamento falhar?
Sua taxa de transação do Bitcoin — só isso. Cada satoshi de XCP com que você mintou volta automaticamente; o protocolo não tem outro desfecho. Pense na taxa como um seguro barato: é muito melhor pagar uma taxa de transação e ter seu XCP de volta do que perder os dois, que é o final normal em launchpads onde um lançamento pela metade simplesmente é negociado até o piso.
Onde eu consigo o XCP para mintar?
O mint é pago em XCP, a moeda base do Counterparty, a partir do saldo Counterparty do seu endereço — o BTC só cobre as taxas de mineração. O caminho mais rápido sem conta é um dispenser on-chain: você envia BTC e o protocolo entrega XCP automaticamente. Compre nos dispensers mais baratos aqui. O mint máximo é de 10 XCP; um lançamento precisa de 0.5 XCP para o nome.
O que acontece com o token em si se um lançamento falhar?
Ele deixa de existir — para sempre. No prazo final, o consenso destrói todos os tokens mintados da custódia do protocolo (eles nunca tocaram a carteira de ninguém), reembolsa o XCP de cada minter e fecha o ativo travado com fornecimento zero. Nada sobra em carteira nenhuma: nem tokens congelados, nem poeira — os minters terminam exatamente como se nunca tivessem participado, menos uma taxa de mineração. O nome em si vira uma lápide: registrado para sempre, mintável nunca. Vale pesar isso se você lançar com um nome que já é seu — um lançamento fracassado enterra o nome junto.
Posso lançar com um nome de token que já existe?
Sim — e um nome com história é uma vantagem. Mas só o nome vem junto: o consenso exige fornecimento existente zero no lançamento (a equação do tudo ou nada só fecha em zero), então até um nome de dez anos começa com uma tabela de capitalização limpa — os 69M + 31M mintados no lançamento são todo o fornecimento que já existiu. Você precisa ser o emissor atual do ativo, ele precisa estar destravado e já precisa ser divisível. Se ele tiver fornecimento, destrua cada unidade antes — e fornecimento na mão de outras pessoas não pode ser destruído, o que desqualifica o nome para sempre. Não existe direito adquirido para holders antigos; isso seria uma pré-mineração com passos extras.
Todos os fairminters do Counterparty são assim?
Não — e esse é o ponto. O protocolo de fairminters permite uma variação enorme: sem soft cap, sem reembolsos, comissões ao criador de até 99%, pré-mineração, nenhum pool. O XCP-69 fixa uma única configuração, e este site só lista lançamentos que batem exatamente com o padrão, verificados campo a campo contra o registro on-chain. Aqui, todo lançamento se comporta igual e você nunca precisa auditar os parâmetros. Um fairminter que você encontrar em qualquer outro lugar não traz essa garantia — leia os campos dele antes de mintar.
Alguém pode forjar a multidão?
Em parte. O limite de 10 XCP por endereço faz uma multidão falsa custar pelo menos 69 endereços com saldo — encarece a jogada, não a impede. Resistente a Sybil no custo, não no princípio. A fita de mints, o histórico dos endereços e a distribuição de holders são todos públicos, então uma multidão fabricada tem que forjar isso também.
Um reembolso me deixa como eu estava?
Em termos de XCP, exatamente. Em termos de moeda fiat, só se o preço do XCP tiver se mantido durante a janela de ~uma semana. Reembolsos devolvem quantidade, não valor.
O prêmio de abertura de 2.23× é uma garantia de preço?
Não — é estrutural, não prometido. O pool tem que abrir a 69/31 do preço de mint porque essas são as únicas quantidades que existem, mas o piso cai conforme as pessoas vendem nele. Nada impede que um token seja negociado abaixo do mint. O que o pool garante é uma oferta de compra que nunca chega a zero, não uma oferta de que você vai gostar.
Onde a arte do token fica de verdade?
Off-chain por padrão: a chain guarda para sempre a URL do JSON com as informações do ativo, e o conteúdo por trás dela pode ser curado pelo dono atual do ativo (protegido por assinatura da carteira). Criadores com Taproot podem, em vez disso, inscrever a imagem on-chain como descrição permanente — sem nenhuma dependência off-chain. De qualquer forma, nada econômico depende de conteúdo hospedado.
Especificação completa com os valores brutos de compose e o predicado de conformidade: docs/xcp-69.md. A conformidade é verificada campo a campo on-chain — este site só lista lançamentos que batem exatamente.